segunda-feira, setembro 20, 2010

Cavalo é igual político

Hoje Dia Do Gaúcho, ocorre desfiles por todo o RS, não poderia perder o bom humor:
Os cavalos em dia de desfile são iguais a maioria dos políticos com o povo:
Cagando, andando e sendo aplaudidos, no caso dos políticos , sendo reeleitos.

domingo, setembro 19, 2010

Congresso fez por merecer Tiririca



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Pior do que está, pode ficar

Assistindo a um canal de TV por assinatura, o médico Fernando Rocha de Oliveira deparou com a propaganda do candidato Tiririca, com seu slogan pior do que está não fica, e fez um comentário que merece reflexão por parte de deputados e senadores:
– Os deputados merecem o Tiririca.
O doutor tem razão: de certa forma, o Congresso pediu para ter um Tiririca com mandato e imunidade parlamentar. A crise de credibilidade enfrentada nos últimos anos adubou o terreno para a eleição de figuras caricatas, que, como confessa o palhaço Tiririca, não têm ideia do que faz um deputado, mas descobrirão quando chegarem lá.
Se Tiririca for realmente eleito deputado por São Paulo, e ainda por cima como um dos mais votados, será aconselhável fazer uma alteração no regimento para que possa comparecer às sessões vestido com a indumentária de palhaço.
Seria uma lembrança permanente aos colegas de que não podem brincar com o eleitor.
Ainda não apareceu um Tiririca entre os favoritos para se eleger entre os 54 senadores, mas nem precisa. Há, entre os suplentes que assumiram, legítimos representantes dos que dão ao plenário azul do Senado um certo ar circense quando ocupam os microfones.
Uma Câmara que já elegeu Severino Cavalcanti como presidente e permitiu a farra das verbas de gabinete não pode se constranger de ter um Tiririca para ser chamado de “nobre colega”.
Um Senado que permitiu todos os desmandos noticiados nos últimos dois anos e que virou cabide de emprego para os apaniguados não poderia se constranger se um dos candidatos bizarros que desfilam no horário eleitoral se elegesse em 3 de outubro.
A culpa é dos eleitores que elegem esses tipos, mas também dos partidos, que dão guarida à bizarrice. Basta assistir ao horário eleitoral para saber que o RS não é exceção: também aqui, no Estado que se gaba de ser o mais politizado do país, há tiriricas sem fantasia, concorrendo por partidos de porte. Ou será possível levar a sério, por exemplo, candidato que usa o nome de Deus em vão para tentar se eleger ou que se apresenta como galista e tem como única proposta conhecida a volta das rinhas de galo?
Aliás
Tiririca é um fenômeno na internet: segundo o site Comunique-se, o candidato do PR ultrapassou os três principais postulantes a presidente em buscas no Google e um dos seus vídeos no YouTube tem mais de 3 milhões de acessos.
A popularidade de Tiririca é a prova de que a renovação pela renovação não qualifica o parlamento e de que nada é tão ruim que não possa piorar.
Rosane de Oliveira:Jornalista política
Fonte:Zero Hora

sexta-feira, setembro 17, 2010

A Parábola do Rato

Um rato, olhando por um buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Mas ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda e advertiu a todos:
- Tem uma ratoeira na casa, tem uma ratoeira na casa!!!
A galinha, que andava ciscando de um lado para outro, levantou a cabeça e cacarejou:
- Desculpe, Sr. Rato, eu sei que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada. Ratoeiras não são para as galinhas, por tanto não corro nenhum perigo por causa da ratoeira.
O rato foi até o porco:
- Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces – concluiu irônico.
O rato dirigiu-se então à vaca. Mas ela nem ligou para um animalzinho tão pequeno:
- Você acha que eu estou em perigo por causa de uma ratoeirazinha?E mugiu despreocupada.
Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar sozinho a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite, ouviu-se na casa o barulho característico da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha acontecido. No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha prendido a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a mulher continuava mal, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
Autor desconhecido
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que isso não lhe diz respeito, lembre-se: quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre perigo.

Fonte:http://www.muraljoia.com.br/

Desejo um ótimo fim de semana para todos e para os gaúchos o feriadão .
Lembrem sempre que o descaso diante dos fatos poderá nos trazer grandes consequências, principalmente como cidadão.
Seja um eleitor atento.
A Fazenda chamada Brasil tem muitas ratoeiras.

quarta-feira, setembro 15, 2010

Onde está a manteiga?

" Dia desses, deparei com um curioso texto sobre as diferenças entre os cérebros masculino e feminino. Um artigo intitulado Por que os homens não passam roupa” explica que as diferenças comportamentais entre homens e mulheres devem-se menos ao condicionamento social, como a psicologia defendeu durante muito tempo, e muito mais a distinções biológicas identificadas por modernas pesquisas científicas e pelo mapeamento computadorizado do cérebro humano.
A tese inclui um histórico da formação de áreas diferenciadas na chamada massa cinzenta: o homem pré-histórico saía da caverna para buscar o alimento da família, por isso especializou-se em enxergar longe, em concentrar-se na caça (até para não ser caçado) e em encontrar o caminho de volta. Já a mulher desenvolveu habilidades para proteger a casa, para fazer várias coisas ao mesmo tempo e para se comunicar bem com as outras mulheres da tribo. Daí, por exemplo e simplificadamente, a razão pela qual os homens são melhores para se localizar no trânsito e as mulheres são muito melhores no uso das palavras, especialmente da linguagem oral.
Antes que me joguem pedras, esclareço que a tese não é minha e que, logicamente, admite todas as exceções possíveis. Tem homem que passa roupa, sim. Tem mulher que pilota avião e chega ao seu destino sem dificuldades. A pesquisa, obviamente, se refere às características predominantes nos dois gêneros.
Mas o que mais me impressionou na matéria é a parte que explica por que os homens não encontram as coisas dentro de casa. Essa me bateu forte: abro a porta da geladeira e não acho o pote de manteiga. Peço ajuda para minha mulher, ela vem e pega o pote na minha frente. Diz a pesquisa que nossos ancestrais masculinos desenvolveram a visão de longa distância para localizar e identificar a caça, mas aprenderam a concentrar-se unicamente nela. Já as damas das cavernas apuraram a visão periférica e hoje suas descendentes são capazes de enxergar uma multiplicidade de coisas ao mesmo tempo, além de distingui-las com muito mais facilidade e exatidão do que os olhares masculinos.
Claro que sempre vai haver dúvidas de um e outro lado. Se um homem tentar explicar para a mulher que não pode ajudá-la em casa porque seu cérebro não está programado para as repetitivas tarefas domésticas, corre o risco de levar o ferro de passar na moleira. Também será inútil para uma mulher justificar que se perdeu no trânsito porque o cérebro paleolítico de suas ancestrais só aprendeu a conhecer o interior da caverna.
Mas, embora sejamos de Marte e elas de Vênus, com diálogo e tolerância a gente se entende aqui na Terra."
Nilson Souza:jornalista
Fonte:ZH

terça-feira, setembro 14, 2010

Porque Rigotto é o meu candidato ao Senado

(Escolho meus candidatos porque o voto é obrigatório, e não serei omissa como cidadã. Mas sou a favor do voto facultativo (tema para outro dia).
Enquanto os políticos forem responsáveis pelas decisões das nossas vidas, eu estarei atenta aos eleitos. Até que provem o contrário, tenho o direito de questioná-los, de saber as suas posições).

O meu voto para o senado será para o Germano Rigotto.
Acredito que ele representará bem o povo gaúcho. Batalha pela reforma tributária, a qual o Brasil precisa e não tenho dúvida que o Rigotto tem capacidade e liderança para lutar para este tema.
Quem acompanha as minhas opiniões sabe que sou contra a pensão de ex-governador. Questionei o Rigotto,caso ele seja eleito, se fará como o Pedro Simon e receberá somente o salário de senador.Rigotto respondeu pelo twitter e pelo seu email do site pessoal
(http://www.germanorigotto.com.br/) que optará pelo salário de senador. Eu guardei as respostas, e estarei atenta ao cumprimento da "palavra' do ex-governador.( eu cobro, vou atrás,e divulgo as promessas não cumpridas..)
As propostas apresentas por ele estão no site, assim como o currículo dos suplentes (aprovados)
(http:// www.rigottosenador.com.br/
Falando em suplente, falava à Ana Amélia (PP) que ela era minha pré candidata, pois deveria aprovar os seus suplentes, e assim que foi divulgado, a avisei, que não poderia dar o meu voto porque não aprovei o seu primeiro suplente (José Alberto Wenzel).
Quando a Ana era minha pré candidata, respondia minhas perguntas que fazia "à candidata".
Dia 30/08 perguntei a sua opinião sobre o projeto que está no senado que propõe a castração química para pedófilos.
Eis a resposta: anaamelialemos @marianamoura_rs Estou concentrada na campanha, minha Cara! Prefiro cuidar desse assunto qdo chegar no Senado!
1:19 AM Aug 30th vía Twitter for BlackBerry® en respuesta a marianamoura_rs
Sempre admirei o trabalho da jornalista, mas agora a vejo como candidata a um cargo que tomará decisões "por mim”, pela minha família e pelo povo que pertenço... e tenho Sim o direito de saber as posições dos candidatos.
Não votarei no Paulo Paim (PT), porque sempre o questionei (assim como faço com tds os nossos representantes) e ele ignora questionamento como senador e também como candidato.
Saiu na imprensa que alguns senadores candidatos a reeleição contrataram mais assessores, só que estes não estão em Brasília e sim no Estado do senador. O Paim é um deles, e questionado, disse que contratou para trabalhar para o seu mandato.
Porque aumentar assessores justamente no oitavo e último ano do seu mandato?
Sei que dos três: Rigotto, Ana Amélia e Paulo Paim, dois serão eleitos.
Independente de quem for, eu fiscalizarei,questionarei, este é o meu papel de eleitora e cidadã.
Eu desejo que o Rigotto represente o povo gaúcho. E sendo eleito, ele saberá que a minha cobrança e fiscalização é maior para quem recebe o meu voto. ( "coitado" se não andar na linha).
Quem recebe o meu voto e não o respeita, terá para o resto da vida, um cabo eleitoral, mas para tirar votos e nesta parte eu sou implacável.

Quem eu votei e faço sempre campanha contra:
Emília Fernandes (PT), Daniel Bordignon (PT), Yeda Crusius (PSDB), Berfran (PPS)
Meus candidatos deste ano:
Pres:José Serra (PSDB)
Senadores: Rigotto (PMDB) e Marcos Monteiro (PV)
Gov:Montserrat (PV)
Federal:???????????
Estadual: Miki Breier (PSB)

segunda-feira, setembro 13, 2010

Os gabolas

O homem que se gaba de ser “o milionário mais rico do Brasilrevelou que financia as campanhas eleitorais de dois candidatos à Presidência da República – José Serra e Dilma Rousseff.
Já que um dos dois triunfará, ele se decidiu por ambos, mesmo sem ler os programas de governo de nenhum deles e sem ter interesse por isso. Oportunismo e desfaçatez?? Nada disto, “tudo em prol da democracia”, disse Eike Batista num programa de TV, dias atrás.
Não é gabolice. Ele aspira ser “o homem mais rico do planeta” e adora contar de como extraiu do fundo da terra os bilhões que tem. Sua esdrúxula visão de “prestigiar a democracia” através do dinheiro (como se tudo fosse bem de consumo, que se compra e vende) talvez escandalize sociólogos e analistas políticos, mas retrata a realidade. A eleição está cheia de iscas. O povão contenta-se com a cesta básica. Os “grandes” buscam peixe maior: para amansar o cipoal burocrático federal, a intimidade com o poder começa na campanha eleitoral!
Nosso milionário-mor, porém, financia seus candidatos com dinheiro do BNDES. Sim, pois a fortuna de Eike Batista multiplicou-se desde que se fez íntimo de Lula da Silva e obteve mais de R$ 4 bilhões em financiamentos do BNDES, a prazos tão longos, que parecem sem fim.
Dos grandes ou pequenos produtores gaúchos, quem conseguirá sequer 1% do que foi dado a Eike?
A maré da campanha eleitoral envolve a todos. O eleitorado brasileiro é quatro vezes a população da Argentina, mas nem por isto o povo se politizou. Os grandes temas desapareceram, o debate de ideias evaporou-se. Já não se exige que os candidatos exibam o passado para afiançar o futuro.
Em menos de um mês, festejaremos 21 anos do retorno à eleição presidencial direta. Em 1989 nos libertamos da última tutela que a ditadura nos havia pendurado ao pescoço, como canga em boi, e votamos pela primeira vez desde o golpe de 1964. Pouco progredimos, porém. Continuamos a votar só porque é obrigatório. Os partidos (inundados de gente inculta, sem passado e alheia às realidades profundas da vida) abrigam corruptos e aventureiros. Até ridículos, pois isso “dá voto”.
A “politização” se resume a apertar botões. A urna eletrônica fez do sufrágio um ato de manejar números e acabou com a recontagem de votos, dando margem à fraude. Quem assegura que peritos em eletrônica (desses que violam as senhas das contas na internet) não possam configurar as urnas antecipadamente, para que o voto a fulano se compute para beltrano?
Se violar o sigilo do Imposto de Renda passou a ser quase comum na Receita Federal, o que dizer da urna?
O escândalo da violação dos dados da filha de José Serra, pela Receita Federal, será indício de que começam a instaurar um “Estado policial” que exerce o poder também pela chantagem? Não creio que sua oponente Dilma Rousseff esteja implicada na trama sórdida, mas o presidente da República tinha obrigação de esclarecer tudo e punir os envolvidos, para tranquilidade geral.
Ou, no governo, até os espiões são gabolas?
Flávio Tavares *Jornalista e escritor

Fonte:ZH 05/09/10

sexta-feira, setembro 10, 2010

É preciso Reagir

Diante dos fatos políticos no Brasil e no RS, não precisamos de muitas palavras. Desejo um ótimo fim de semana para todos, iluminada por Deus.
Não consegui visitá-los nesta semana, e senti falta.
Estou chegando, me aguardem com chimarrão ou café.

quarta-feira, setembro 08, 2010

Abrir a porta em pleno voo

"Na madrugada da última segunda-feira, um passageiro se sentiu mal e tentou abrir a porta do avião em que viajava de São Paulo para João Pessoa. Posso imaginar perfeitamente o tumulto a bordo. Certa vez, eu estava num airbus quando um garoto de uns 18 anos tentou a mesma proeza, em plena madrugada, a mais de 20 mil pés de altitude. Ele foi detido a tempo pela tripulação, lógico, ou eu não estaria aqui contando o episódio. Mas foi um susto e tanto. Como é que alguém aparentemente sereno, saudável, de repente levanta do seu assento e tenta pular fora sem levar em consideração as consequências?

São inúmeros os claustrofóbicos. Estando num avião fechado, distante da terra firme, o desespero não deve ser fácil de controlar. Uma vez dentro, não há para onde fugir. Ainda assim, alguns arriscam. Imagino que o impulso torna-se mais forte do que a razão. É preciso tentar escapulir, mesmo que o desfecho seja trágico.

Poucas coisas são tão angustiantes quanto se sentir preso a uma situação desconfortável. Há quem faça loucuras menores, mas ainda assim loucuras, como sair de um carro em movimento, sem esperar que ele pare. Temos pressa em nos desvencilhar do que é violento. E nem estou falando de tentativas de agressão, estupro, em que a fuga se faz necessária. Estou falando de violência psicológica. É quando a mente não consegue mais nos ajudar a contemporizar, esperar, relevar. Ela nos deixa totalmente na mão. Apenas ordena: corra!
Abrir a porta em pleno voo é uma metáfora perfeita para essas situações-limite.
Mas seria mais prudente sair fora com algum planejamento e enquanto ainda resta um pouco de juízo. Em vez de terminar uma relação simplesmente sumindo, melhor ter a cortesia de se despedir, o que será levado em conta no caso de um arrependimento. Em vez de sair de um emprego explodindo com o patrão, melhor mandar uma mensagem por e-mail dizendo “venho por meio desta...”, elegantemente deixando a porta aberta para uma nova oportunidade mais adiante. A empregada que não vem trabalhar na segunda, nem na terça, nem na quarta, deixa para trás seus direitos e uma boa carta de recomendação. O adolescente que briga com o pai e desaparece levando uma mochila rompe um laço que um dia lhe fará falta. O pai que também desaparece levando uma mochila e abandona a família rompe um laço que, mesmo que não lhe faça falta, fará aos filhos. Nada como aguardar o momento certo de dar adeus, saindo com calma, explicando seus motivos e dizendo até logo, em vez de abrir a porta em pleno voo sem pensar um segundo nos parceiros de viagem.
Sair esbaforido é quase sempre um suicídio com riscos não calculados."
Fonte:Zero Hora
Agradeço a visita de todos durante o feriadão.A viagem foi ótima. Nesta semana postarei fotos e "relatórios".
Hoje compartilho este texto da Martha,pois para mim, quarta-feira é um dia "cheio".
Desejo um dia iluminado por Deus e produtivo à todos.
Aguardem a minha visita.

sexta-feira, setembro 03, 2010

"Quem inventou o Amor?"

Quem inventou o amor?
" Só pode ser alguém com poder supremo,
alguém capaz de diferenciar os sentimentos,
capaz de mudar o mundo com um simples gesto.
Quem inventou o amor?
Só pode ser alguém especial,alguém único, capaz de inundar corações com emoção,
com desejos de reparação.
Quem inventou o amor?
Só poderia mesmo ser nosso Deus, nosso Pai.
Capaz de criar um mundo com tantas perfeições,
que só mesmo o homem para danificá-lo com suas más intenções.
O amor é perfeito, a vida é perfeita,
só depende de quais são olhos que a vê,
de quais são os corações que a sente.
Ame!
Pois o amor é gratuito!"

Amigos,farei feriadão,retorno a atualizar dia 08.Irei visitar minha terra natal, Dom Pedrito (Capital da Paz) e como também sou filha de Deus, darei um pulinho em Rivera(Uruguai).
Desejo à todos um ótimo feriadão, muito juízo e que Deus proteja à todos e seus familiares.
Um abraço forte, de urso.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Auxílio-reclusão beneficia mais de 28 mil famílias de detentos

O Ministério da Previdência esclarece que são os familiares dependentes dos presos que recebem o benefício – desde 1960 – para manter o seu sustento enquanto o segurado está na prisão. E, portanto, o preso não tem acesso direto ao dinheiro.
“O princípio constitucional para o pagamento é de que a pena não pode avançar da pessoa que cometeu o crime a outras”, explica o defensor público federal Claudionor Barros Leitão. “Há dependentes que são crianças sem nenhuma consciência sobre as falhas dos pais e não seria justo que ficassem totalmente carentes de recursos.”
Segundo o Ministério, só pode receber os recursos a família de um detento que seja classificado como segurado pelo INSS e tenha renda de até R$ 810,18 no ato da prisão, independentemente da renda dos dependentes. São considerados familiares os cônjuges, filhos, menores sob tutela, pais e irmãos até 21 anos de idade – estes dois últimos, desde que comprovem dependência econômica do preso.
Em geral, a pessoa que recolheu para a previdência social é considerada segurada até doze meses após interromper pagamentos ou ter sacado benefícios, mas há condições específicas. Para quem não recolheu o INSS no passado recente, portanto, não há benefício para a família.
Mais que o salário-maternidade
A família do preso segurado tem direito a receber como auxílio-reclusão 80% da média mensal das contribuições anteriores do segurado, a partir de 1994. Segundo o Ministério da Previdência, os familiares receberam, em média, R$ 586,51 em junho, quantia que está acima do que é pago como salário-maternidade, de R$ 519,01, também em média. Esse valor é dividido entre os beneficiários e não varia conforme o número de dependentes do preso, outra falácia que consta no email que circula na rede.
O benefício é pago, atualmente, a 28,3 mil famílias, o que significa valor mensal total de R$ 16,6 milhões para o cofre do INSS. Mais pessoas recebem auxílio-reclusão do que auxílio-acidente no país. O número de famílias beneficiárias cresceu 6% neste ano em relação a dezembro, mas o número total ainda é bastante restrito, se considerada a população carcerária brasileira, de mais de 470 mil detentos.
Fonte:http://economia.ig.com.br/

terça-feira, agosto 31, 2010

Problemas na qualidade de ensino extrapolam a sala de aula

Municípios com piores Idebs não têm centro cultural ou áreas de lazer. Nas escolas, faltam bibliotecas e laboratórios.
Os estudantes de alguns dos municípios com piores índices de qualidade na educação enfrentam problemas dentro e fora da sala de aula. Na sala de aula, professores com falhas na própria formação e sem cursos contínuos de atualização encaram disparidades que complicam o processo de aprendizagem. Como crianças e adolescentes que não aprenderam a ler e a escrever na idade correta e correm atrás do prejuízo. Muitas vezes, os alunos desinteressam-se pelas lições do professor. Em casa, não encontram o apoio que precisam. As famílias, quase todas c om baixo nível de escolaridade, estão preocupadas em driblar a pobreza e a falta de emprego.
As estatísticas criadas para apontar a qualidade da educação não são capazes de medir todas essas variáveis, que influenciam diretamente o sucesso ou o fracasso de estudantes, escolas e municípios.
Na maioria dos municípios visitados, grande parte da população se sustenta com o Bolsa Família. Os municípios, pobres, não oferecem biblioteca, espaços culturais, atividades esportivas ou de lazer. Nas escolas, não há livros ou laboratórios de ciências. Nas casas, falta qualquer material didático e escolar.
Até sexta-feira, o iG publica uma série de reportagens que mostrará os obstáculos ao direito de aprender. Nesta terça, conheça a realidade de Apuarema, Jussari e Dário Meira, municípios com alguns dos piores resultados do Ideb:
• Apuarema amarga o peso da pior nota na educação do País
• Em Dário Meira, gestores tentam compreender nota no Ideb
• Em Jussari, alunos não conseguem aprender a ler e escrever
Veja mais
Consulte e compare o Ideb das escolas nos anos iniciais
Consulte e compare os números do Ideb das escolas nos anos finais
Conheça a realidade por trás dos números que avaliam a educação

Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao

segunda-feira, agosto 30, 2010

Invisibilidade Pública


Tese de Mestrado na USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'.
Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei peloandar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei nabiblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida.
Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado.
Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei.
Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

domingo, agosto 29, 2010

Laços fortalecidos evitam solidão


Desde criança faço amizade "com Deus e todo mundo"(palavras da minha mãe).
Para mim conviver com as pessoas somente nos torna melhores, mais tolerantes,mais humanas.
Gosto de estar as vezes sozinha,mas não saberia "viver" com a solidão.
Por isto achei esta reportagem muito interessante e coloco aqui:
" Contra o isolamento"
Pessoas sociáveis tendem a ficar menos estressadas e a se cuidar mais.
Um círculo de amigos próximos e fortes laços familiares podem melhorar a saúde de uma pessoa
mais do que exercícios físicos, perda de peso ou abandono do vício em álcool e cigarros, de acordo um artigo publicado no periódico científico Plos Medicine.
Pessoas sociáveis parecem colher recompensas extras de seus relacionamentos, ao se sentirem menos estressadas, cuidando melhor de si e se arriscando menos em sua rotina diária do que pessoas mais isoladas, segundo a revisão de estudos científicos. As pesquisas que avaliam o impacto de relacionamentos na saúde mostraram que pessoas que pertenciam a um grupo social mais amplo – de amigos, vizinhos, parentes ou todos juntos – tinham uma taxa de sobrevivência 50% maior.
O impacto notável das conexões sociais no bem-estar orientou pesquisadores a alertarem clínicos gerais e autoridades da área de saúde para que levem a solidão tão a sério quanto outros riscos como alcoolismo e tabagismo.
A interação constante não é benéfica apenas psicologicamente, mas influi diretamente em nossa saúde física – afirma Julianne Holt-Lunstad, psicóloga da Brigham Young University, em Utah (EUA).
A equipe de Julianne revisou 148 estudos que rastreavam a interação social e a saúde de 308.849 pessoas ao longo de 7,5 anos, em média. A partir disso, os especialistas investigaram como a taxa de mortalidade variava dependendo do grau de sociabilidade de cada um.
Concluiu-se que ser solitário e viver isolado eram características que faziam tão mal a uma pessoa quanto fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoolista. Ficou comprovado que os hábitos são tão perigosos quanto não se exercitar e duas vezes mais danosos à saúde do que ser obeso.
Julianne diz que a convivência com familiares e amigos pode ajudar em tempos difíceis e até a encontrar significado na vida.
Quando alguém é conectado a um grupo e se sente responsável em relação a outras pessoas, esse senso de propósito e de significado se traduz em ter mais cuidado consigo e em assumir menos riscos.
Ela explica que não há um número definido de quantos relacionamentos são suficientes para aumentar o bem-estar, mas as pessoas relataram sensações mais positivas nos casos em que raramente se sentiam sozinhas: próximas a um grupo de amigos, mantendo bom contato com a família e tendo alguém em quem podiam confiar e contar como confidente.
No artigo do Plos Medicine, os autores apontaram que médicos, educadores e mídia costumam levar a sério os perigos do fumo e a importância de dieta e exercícios físicos. O que deve ser feito a partir de agora é estimular esses profissionais a adicionar os relacionamentos sociais à lista.
Um relatório da Fundação de Saúde Mental, divulgado em maio, culpou a tecnologia e as pressões da vida moderna pelo sentimento disseminado de solidão em grupos de todas as faixas etárias na Grã-Bretanha. A enquete com mais de 2,2 mil adultos descobriu que uma pesssoa em cada 10 às vezes se sentia sozinha, e uma em cada três gostaria de se mudar para mais perto da família.
IAN SAMPLE The Guardian (fonte:ZH)
Tradução: Fernanda Grabauska
Atenção às amizades dos adolescentes:
Laços fortalecidos ao longo da vida evitam solidão na velhice:

sexta-feira, agosto 27, 2010

Ai de nós, quem mandou?

Para dar "continuidade" ao texto de ontem,publico este da Martha.
Homens e mulheres sempre serão temas interessantes, pois um não vive sem o outro, e são "seres" muito diferentes. Viva a diferença!
Não devemos generalizar,homens não são todos iguais, assim como as mulheres.
Desejo um ótimo fim de semana.

Ai de nós, quem mandou?
"Mulheres ganham salários menores do que os dos homens, e líderes feministas seguem lutando para reverter essa injustiça. Mas já não sei se é boa ideia continuar batalhando por igualdade. Depois de ler o resultado de uma recente pesquisa feita pela Universidade de Harvard, fiquei inclinada a pensar que talvez seja melhor manter as coisas como estão. A pesquisa chama-se Schooling Can’t Buy Me Love (Escolaridade não pode me comprar amor) e confirma que mulheres que estudam mais acabam progredindo e, quanto mais bem-sucedidas, menores as chances de se casar.
Os homens ainda não estão preparados para abrir mão da superioridade que o papel de provedor lhes confere. E mesmo os mais antenados, que apoiam que suas mulheres sejam independentes, ficam inseguros se elas tiverem cargos de chefia e muita visibilidade. Ganhar dinheiro, tudo bem, mas aparecer mais do que eles já é desaforo.
Beleza. O que vamos dizer para nossas filhas? Estudem, mas fazer doutorado e mestrado é exagero, antes um bom curso de culinária. Tenham opiniões próprias quando conversarem com as amigas, mas em casa digam só “ahã”, para não se incomodar. Usem seu dinheiro para comprar roupas, pulseiras e esmaltes, esqueçam o investimento em viagens, teatro e livros. E, na hora de se declararem, troquem o “eu te amo” por “eu preciso de você”, “eu não sou ninguém sem você”, “eu não valho meio quilo de alcatra sem você”. Homens querem se sentir necessários. Só amados não serve.
Que encrenca que as feministas nos arranjaram. Estimularam o pensamento livre, a autoestima, a produtividade e a alegria de trilhar um caminho condizente com nosso potencial. De apêndices dos nossos pais e maridos, passamos a ter um nome próprio e uma vida própria, e acreditamos que isso seria excelente para todos os envolvidos, afinal, os sentimentos ficaram mais honestos, e com eles os relacionamentos. O amor deixou de ser o álibi para um lucrativo arranjo social. Passou a ser mais espontâneo, e as carências de homens e mulheres foram unificadas, já que todos precisam uns dos outros para dividir angústias, trocar carinho, pedir apoio, confessar fraquezas, unir forças no momento das dificuldades. Todos se precisam da mesma forma, não de formas distintas. Mas há quem defenda que homem só precisa de paparico e mulher de quem tome conta dela, punto e basta.
Nunca imaginei que em 2010 ainda estaria escrevendo sobre isso. Achei que os homens já tivessem percebido o quanto ganham em ter uma mulher inteira a seu lado, e não um bibelô. Acreditei que a competitividade tivesse dado lugar a um companheirismo mais saudável e excitante, onde todos pudessem se orgulhar dos seus avanços e se apoiar nas quedas, mas que iludida: isso é coisa pra meia dúzia de emancipada, filha. Essas mulheres aí que não cozinham, não passam, não lavam, só evoluem, essas não são exemplo pra ninguém, são umas coitadas de umas infelizes que pagam as contas e ainda se acham divertidas, se fazem de inteligentes, querem bater perna em Nova York, pois vão arder no fogo do inferno, vão amargar na solidão, vão se arrepender de ter lido aquela Simone de Beauvoir, vão morrer abraçadas aos seus laptops, aqui se faz, aqui se paga, escreve aí.
Tamo ferrada."
Martha Medeiros
Fonte:ZH

quinta-feira, agosto 26, 2010

Tive sorte (não nasci homem)

"Seria muito diferente se a gente vivesse em um desses países que apedreja, mutila e anula as mulheres. Mas aqui, na relativa igualdade do Brasil, volta e meia me pego pensando: sorte que eu não nasci homem.
Nada contra o gênero, longe disso. Fã dos portadores do cromossoma XY, com muitos anos de honestos serviços prestados à raça masculina, não consigo imaginar nada mais sem graça que um mundo só de moças. Ainda assim, meu gosto pelos homens se resume a tê-los eternamente por perto, em relações de amizade, trabalho, amor e etc., sem jamais ter desejado, nem por um minuto, ser um deles. Inveja do pênis e outras perturbações do tipo? Estou foríssima.
Deixando de lado as complicadas questões sociais, que o assunto aqui segue por outro rumo, vida de homem é mais difícil que vida de mulher. Homem está sempre sob pressão, não pode relaxar nunca para não correr o risco de alguém achar que ele não é homem. Desde menino, homem se prova o tempo inteiro. Mesmo que deteste futebol, que prefira não levar socos nas costas ao ser cumprimentado pelos amigos, que odeie morcilha e torresmo, vai aguentar tudo isso no osso, e se forçando a gostar, pelo bem da sua imagem.
Homem não pode pedir sanduíche só de queijo, não pode ficar feliz com roupa nova, não pode se interessar pela salvação dos pandas. Não deve comprar um cachorro pequeno e peludo, a não ser que tenha o álibi de uma filha. Convém não dizer que está de dieta, não ler livros escritos por autoras, não criar gatos, não se matricular no Pilates. Se não produz barulhos corporais em público, parece meio afeminado. Se usa xampu e protetor solar, é suspeito. Se já fez quarenta anos e ainda não casou, aí tem.
É preciso muita firmeza para não dar uma escorregadinha que influa no próprio julgamento.
Uma camisa de cor menos convencional, um corte de cabelo diferente, chamar um bebê de fofinho, qualquer descuido pode ser fatal.
Ser homem é pedreira e agora me ocorre que só uma coisa exige mais macheza: ser gay.
Sorte que eu nasci do outro lado da força."
Claudia Tajes
Fonte:Zero Hora

terça-feira, agosto 24, 2010

De olho nos vereadores

"A lição do Bambu"
'Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída".
Amigos,sei que só interessa para os cidadãos de Gravataí os gastos das diárias dos vereadores daqui.
Eu estou de olho, e sugiro que fiquem de olho na câmara do seus municípios.
A farra dos vereadores é denunciada pela imprensa há anos.

Gastos com Diárias da câmara de Gravataí no período de Janeiro a dezembro/2009 = Total 81 diárias 49.841,73


ACIMAR ANTONIO DA SILVA (PMDB) total 2 diárias 1.230,66
2 BRASILIA /DF 1.230,66
ANABEL LORENZI(PSB) total 2 diárias 1.230,66
2 BRASILIA /DF 1.230,66
FRANCISCO PINHO(DEM) TOTAL 18 11.075,94 (hj dep.est e cand)

=TOTAL 18 11.075,94
4 CRICIÚMA/SC 2.461,32
6 SÃO PAULO/SP 3.691,98
3 BRASILIA/DF 1.845,99
5 CRICIÚMA/SC 3.076,65
NADIR FLORES DA ROCHA(PMDB) total 15 diárias: 9.229,95
4 CRICIÚMA/SC 2.461,32
6 SÃO PAULO/SP 3.691,98
5 SÃO PAULO/SP 3.076,65
RICARDO CANABARRO(PV) total10 diárias 6.153,30
5 SÃO PAULO/SP 3.076,65
5 SÃO PAULO/SP 3.076,65
ROBERTO ANDRADE(PP) total 12 diárias 7.383,96
2 BRASILIA /DF 1.230,66
2 SÃO PAULO/SP 1.230,66
3 BRASILIA/DF 1.845,99
5 CRICIÚMA/SC 3.076,65
TANIA REGINA FERREIRA(PT) total 10 diárias 6.153,30(cand. a dep.est)
5 SÃO PAULO/SP 3.076,65
2 SÃO PAULO/SP 1.230,66
3 BRASILIA/DF 1.845,99
VAIL CARLOS CORREA(PTB) total 12 diárias 7.383,96 (cand.dep.est)
5 SÃO PAULO/SP 3.076,65
2 SÃO PAULO/SP 1.230,66
5 SÃO PAULO/SP 3.076,65

Gastos com Diárias da câmara de Gravataí no período de Janeiro a agosto/2010
Total =
78 diárias 47.303,94
ACIMAR DA SILVA
(PMDB) total 10 diárias 6.368,69
2 diarias Brasilia 1292,20
3 diárias Brasília 1.845,99
5 CASTRO/PR 3 .230,50
BERNARDO NUNES(DEM) 8 diárias total 5.046,12
4 CRICIUMA/SC 2.461,3
4 CAMBURIÚ/SC 2.584,80
LUIZ CARLOS DIAS (PT) total 5 diárias 3.076,65
5 diárias BRASILIA/DF 3.076,65
MARCIO SOUZA (PT) total 5 diárias 3230,50
5 diárias SÃO PAULO/SP 3230,50
NADIR FLORES DA ROCHA(PMDB) total 4 diárias 2.461,32
4 CRICIUMA/SC 2.461,32
RICARDO CANABARRO(PV) total 12 diárias: 7.383,96
4 CRICIUMA/SC 2.461,32
4 CRICIUMA/SC 2.461,32
4 FLORIANOPOLIS/SC 2.461,32
ROBERTO ANDRADE(PP) total 14 diárias 8.676,16
4 CRICIUMA/SC 2.461,32
3 BRASILIA/DF 1.845,99
5 BRASILIA/DF 3.076,65
2 BRASILIA/DF 1.292,20
TANIA FERREIRA total :10 diárias 4.753,39
3 BRASILIA/DF 1.845,99
5 LIVRAMENTO/RS 1.615,20
2 BRASILIA/DF 1.292,20
VAIL CARLOS CORREA total 10 diárias 6.307,15
5 BRASILIA/DF 3.076,65
5 SÃO PAULO/SP 3.230,50

domingo, agosto 22, 2010

Uma história para valorizar a nossa vida

Final de domingo, mais uma semana chegando e quantos problemas pendentes para resolver, ou que a solução nem depende de nós. Então antes de nos lamentar,vamos ler esta matéria, para descobrir o quanto somos felizes e que o tamanho dos nossos problemas não é tão grande quanto pensamos.
Desejo uma ótima semana para todos.
Conheça a rotina de um hospital onde vivem crianças que nasceram e nunca conseguiram ter alta.

"Minha casa é a UTI"

O segundo governo de George Bush começou em 2004.
O escândalo do mensalão explodiu em 2005.
Os ataques do PCC e a reeleição de Lula deixaram sua marca em 2006.
O maior acidente aéreo do Brasil e a morte de 199 pessoas com a queda de um avião da TAM em São Paulo aconteceram em 2007.
A eleição de Obama e a chegada de Ronaldo Fenômeno ao Corinthians, em 2008.
Todas estas voltas que o mundo deu nos últimos seis anos foram assistidas por Giovanna, Matheus e Gabrielle por um mesmo ângulo.
Desde que nasceram e até dois anos atrás, eles nunca haviam sequer sentado, sentido uma brisa no rosto ou um pingo de chuva na pele. Estavam em leitos de hospital de diferentes locais de São Paulo, precisando de aparelhos para respirar e de energia elétrica para sobreviver.
Histórias parecidas destas e de outras 25 crianças se encontraram em 2008 em uma mesma unidade de saúde. Na data, o hospital Arnaldo Pezzuti, em Mogi das Cruzes – Grande São Paulo, tornou-se referência para abrigar pacientes infantis que não tinham nenhuma perspectiva de alta hospitalar por conta de doenças degenerativas e malformações congênitas que os acompanham desde que chegaram ao mundo."
Quer saber toda a história, acesse o link :http://delas.ig.com.br/filhos/minha+casa+e+a+uti/n1237745366005.html#3

quinta-feira, agosto 19, 2010

Bi da América


A América foi pintada mais uma vez de vermelho.
Estou feliz.
Agradeço à todos que me desejaram sorte.

quarta-feira, agosto 18, 2010

Dia Especial:18/08





Quero compartilhar aqui, o quanto este dia 18 de agosto é especial para mim.
Primeiro porque eu pai faria aniversário, e todos 18/8 eu me lembro dele o dia todo.
E hoje é a decisão da Libertadores, e o Internacional decide o título em casa.
Estive em todos os jogos, mas não estarei na final, porque sou uma entre os 55 mil sócios que não conseguiu ingresso.
Sou colorada por causa do meu pai, meu marido é colorado e na semana que eu engravidei estive no jogo (Inter x Santos 07/09/95), ou seja, o Matheus vai ao estádio Beira-Rio desde a primeira semana de fecundação.
Nesta noite acordei várias vezes.
Estou muito ansiosa e para mim, o título só vem depois do apito final.
Para quem não tem paixão por time, deve já ter passado por algum dia muito esperado, as horas não passam.
Ansiedade e tensão são o que estou sentido.
Quero ser bi campeã da América.
Fotos:Meu Matheus em março na praia do Jacaré em João Pessoa(Paraíba)
Bebê Nathália,1 ano (fonte ZH)foto capa do jornal ZH.

segunda-feira, agosto 16, 2010

Sakineh, uma mulher como nós

" Adoçantes não calóricos. Massagem com compressas de ervas quentes. Máquinas high-tech para eliminar a celulite. Modelador térmico para criar cachos naturais. Esmalte de tratamento para unhas frágeis. Clareador de manchas com ácido bio-hialurônico. Hidratante bloqueador de radicais livres. E sigo folheando uma adorável revista feminina, que nos conduz a um mundo onde tudo é lindo, glamouroso e caro, mas sonhar não custa nada, e viro mais uma página, e outra, enquanto penso: uma moça chamada Sakineh Mohammadi Ashtiani pode morrer apedrejada a qualquer momento por um suposto adultério cometido anos atrás.
Mulheres se candidatam à presidência, dirigem empresas, pedem o divórcio, viajam sozinhas, investem na sua vaidade, mas nenhuma dessas conquistas pode nos orgulhar enquanto ainda houver o costume de enterrar uma criatura no chão com apenas a cabeça de fora para que leve pedradas de diversos homens e não podem ser pedras GG, tem que ser as de tamanho M, pois exige-se que o suplício seja longo. Que tom de gloss será conveniente para assistir ao badalado evento?
Sei que há diversas outras modalidades de desrespeito aos direitos humanos, inclusive no Brasil, mas neste momento estou vestindo a camiseta da Sakineh. Quero falar sobre o ato primitivo de se apedrejar uma mulher na cabeça até a morte. Não discuto o motivo torpe da condenação, pois nem que ela tivesse matado alguém, em vez de simplesmente ter feito sexo com alguém, seria justificativa. Não há justificativa para a brutalidade. É a lei do Irã, é a religião do Irã, é a tradição do Irã, e daí? Quando meu estômago embrulha, é sinal de que algo bem perto de mim está acontecendo. Distância só existe quando a gente racionaliza, o sentir unifica. O Irã faz parte do mundo em que eu vivo. O meu tempo e o da Sakineh são o mesmo. Somos contemporâneas. Ela não é um personagem, existe. Tem filhos. E se a mobilização internacional não surtir efeito, em breve será enterrada até a altura do busto, com os braços presos para não poder proteger o rosto.
O que dói, mais do que tudo, é reconhecer que avançamos tanto e ainda não conseguimos atingir um grau de humanidade que seja comum a todos, homens e mulheres de qualquer lugar e de qualquer crença. O que podemos fazer por Sakineh? Rezar para que ela seja enforcada, que é o plano B. Ufa, seria um alívio.
Há uma petição circulando pela internet. Acredito tanto na eficiência desses abaixo-assinados como acredito em creme antirrugas, mas volto a dizer: sonhar não custa nada. www.liberdadeparasakineh.com.br
Eu já assinei. Agora vou passar meu incrível tônico de renovação celular “future solution”, pois, como qualquer mulher, adoro cuidar da minha pele."
Martha Medeiros
Fonte:ZH